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Porque às vezes fazemos parte de histórias dignas de um filme, fica a pergunta no ar.
sábado, 27 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Hoje foi feriado nos Estados Unidos
Sei que por esta altura há o Dia de Acção de Graças, só não sabia era o dia exacto. Talvez porque não haja, ao contrário do Dia de Natal que calha sempre a 25 de Dezembro, um dia exacto. Neste caso, é um evento móvel: Ocorre sempre na quarta quinta-feira do mês de Novembro. Resta agora dizer, num momento frases Nicola: Hoje é o dia!
E o que é que se comemora? Bem antes que venham dizer que poder-se-ia importar (mais) esta tradição para cá, não é assim tão linear, senão vejamos: É certo que no Dia de Acção de Graças, ou "Thanksgiving", são dadas, claro está, graças por praticamente tudo. Mas mesmo tudo. Aquele momento que se vê tantas vezes nos filmes e nas séries onde se dá graças pela refeição na mesa composta, regra geral, por peru assado, é disso um exemplo.
No entanto não é apenas só por isso e é aqui que se complica o processo de "transporte" da tradição para qualquer outro país do mundo. E explico, já agora porquê: Conta a história que em 1621, vários colonos da região de Plymouth, no Massachusetts, obtiveram uma colheita de milho farta. Com o rápido progresso da vida na região, tal foi comemorado com uma grande festa de agradecimento que juntou não só colonos, como também nativos americanos, pondo de lado os atritos que haviam entre os dois grupos até então. Desde então foi sendo sempre comemorado e ficou assim conhecido o Dia de Acção de Graças, que passou a ter comemoração oficial desde 1863, por implementação do então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
Com o passar dos séculos, o "Thanksgiving" tornou-se parte do imaginário popular dos Estados Unidos e uma festa familiar só comparável mesmo ao Natal.
A outra face perigosa da Austeridade
Na mesma semana onde se fica a saber que uns são mais portugueses que os outros.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sobre Annie Lennox
Não há muito a dizer. Ou melhor, há. Acabei de ler a entrevista que deu na revista Visão e só confirmou a ideia que tinha de Annie Lennox: Uma verdadeira Senhora.
Apesar de gostar bastante dos tempos dos Eurythmics, confesso que gosto ainda mais a solo:
Apesar de gostar bastante dos tempos dos Eurythmics, confesso que gosto ainda mais a solo:
Cavaco Silva ex-PM futuro PR
Há uns tempos falava com uns amigos sobre Cavaco Silva como Primeiro Ministro, e a forma como alegadamente se esbanjava dinheiros vindos da antiga CEE sem se fazerem os investimentos necessários. Pois bem, aviso já que esta imagem pode ferir as susceptibilidades dos visitantes que acreditam que sou um gajo normal (ou não, mas isso não interessa para aqui).
Ah e tal não se fizeram metade das obras nos anos 80 que foram sendo feitas a partir de meados dos anos 90. Pudera!
Ah e tal não se fizeram metade das obras nos anos 80 que foram sendo feitas a partir de meados dos anos 90. Pudera!
sábado, 20 de novembro de 2010
Viva o Estado Social!
Segundo Manuel Alegre, candidato à presidência da República:
“Comigo na Presidência ninguém toca no SNS, na escola pública, na segurança social pública e nos direitos laborais dos trabalhadores."
Viva! Yaaaaaaay! Os intocáveis! Pena é que IRS, IRC, IVA, IMI, IMT, ISP, IA, IABA, IT e IS não sigam o mesmo caminho. Mas que se lixe! (not).
“Comigo na Presidência ninguém toca no SNS, na escola pública, na segurança social pública e nos direitos laborais dos trabalhadores."
Viva! Yaaaaaaay! Os intocáveis! Pena é que IRS, IRC, IVA, IMI, IMT, ISP, IA, IABA, IT e IS não sigam o mesmo caminho. Mas que se lixe! (not).
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Escola fora de horas
A escola já tinha saído toda. A luz ficava-se por mais alguns passos. O silêncio era quebrado apenas pela oficina que funciona para lá do expediente. Um cenário que vou passar a ver muitas vezes até ao final do curso.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Porque é que é um risco apostar no investimento público?
E a somar a isso, nesta altura do campeonato?
O nosso sistema bancário está desde Maio sem financiadores, ninguém empresta dinheiro aos bancos portugueses, desde há muitos meses é o BCE que fornece liquidez a taxas reduzidas para evitar um colapso de proporções bíblicas do nosso sistema bancário. Caia-Poceirão vai custar 3,5 mil milhões, praticamente 2 programas do actual programa de austeridade (cortes salariais, aumentos impostos, redução benefícios sociais).
E obviamente se constroem até ao Poceirão, terão que construir o resto até Lisboa, somem mais isso. Sabendo-se que só as PPP sem TGV, sobretudo das autoestradas, vão aumentar os custos anuais do Estado para cerca de 900 milhões por ano a partir de 2014, durante uma década, expliquem-me como vamos pagar tudo isto?
E isto é a ponta do icebergue.
O nosso sistema bancário está desde Maio sem financiadores, ninguém empresta dinheiro aos bancos portugueses, desde há muitos meses é o BCE que fornece liquidez a taxas reduzidas para evitar um colapso de proporções bíblicas do nosso sistema bancário. Caia-Poceirão vai custar 3,5 mil milhões, praticamente 2 programas do actual programa de austeridade (cortes salariais, aumentos impostos, redução benefícios sociais).
E obviamente se constroem até ao Poceirão, terão que construir o resto até Lisboa, somem mais isso. Sabendo-se que só as PPP sem TGV, sobretudo das autoestradas, vão aumentar os custos anuais do Estado para cerca de 900 milhões por ano a partir de 2014, durante uma década, expliquem-me como vamos pagar tudo isto?
E isto é a ponta do icebergue.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Eu vi a Electricidade diante dos meus olhos!
E foi provavelmente a experiência mais aterradora de toda a minha vida. E não é a brincar. Retirar um cabo num momento, ver uma faísca que nos cega por centésimas de segundo os olhos, e no momento a seguir só as luzes de emergência da sala funcionarem e todo o mundo surpreso e ainda não refeito da faísca que também presenciou, mexe connosco. O facilitismo falou mais alto. Poderia ter desligado eu o quadro geral antes de me por a tirar fios desligando apenas o quadro da minha mesa. Mas facilitei e o resultado foi o que se viu. Se por ventura tivesse as mãos onde não devia, ou algum dos meus colegas e amigos, a história teria sido diferente.
Quando as pessoas dizem que este, este e aquele são os melhores, e nos põem de lado, e ainda para mais nos picam, apesar de ser para espevitar, de um momento para o outro nada deixa de fazer sentido, mas ao mesmo tempo tudo faz sentido e queremos dar ainda mais e melhor do que damos. Ontem ao final do dia só dei parte. E foi o que se viu. Espero não voltar a ver a electricidade novamente, desta forma.
Ficamos agora pelo lado menos mau. E é de uma sensação sem palavras ver o nosso projecto no papel, no computador, a funcionar na prática. Não está terminado. Por esta altura já está ligado aos botões, faltando apenas estes "darem luz":
domingo, 14 de novembro de 2010
Hoje rejubilei
Ao ouvir estes senhores, em plena Avenida dos Bons Amigos! A minha primeira incursão pelo Cacém. Terra um pouco escura. Faltava luz e já era de noite...
Aqui há porno!
Esta é uma forma clássica de atrair a atenção das pessoas, já amplamente debatida pela Sarrafada. Na verdade, o conteúdo pode ser considerado pornográfico, mas não daquele género que estavam a pensar. Malandros.
Numa altura em que se fala de contenção de custos tanto na função pública, como nos privados, há casos que deixam qualquer um sem palavras, apesar de terem ocorrido há uns anos.Por exemplo:
No início da década, conheci uma empresa pública que competia no seu ramo de actividade com várias empresas privadas. Nesses tempos, a líder do sector, privada, tinha uma estrutura central com cerca de 20 pessoas, directores, administrativos, secretárias e tudo o resto incluído. Na empresa pública só directores eram os mesmos 20.
O que mais me põe a pensar é que desde logo na juventude a situação começa. Vejamos a estrutura da candidatura para a associação de estudantes de uma escola secundária algures no país:
Lista C AE - ESRP - 2010/11
Ou ainda de uma associação de estudantes já composta:
Associação de Estudantes ESTavira
E agora a pergunta, não seria mais proveitoso haver... uma equipa mais pequena mas que trabalhasse e funcionasse melhor? E que este hábito se tornasse logo a palavra de ordem enquanto estudantes? Para que quando fosse tudo a sério haver discussão sobre o problema de excesso de cargos para empregos tão pequenos? Se estiver errado corrijam-me! Não quero estar aqui a tirar conclusões precipitadas, mas que é uma relação interessante não parecem haver dúvidas.
Numa altura em que se fala de contenção de custos tanto na função pública, como nos privados, há casos que deixam qualquer um sem palavras, apesar de terem ocorrido há uns anos.Por exemplo:
No início da década, conheci uma empresa pública que competia no seu ramo de actividade com várias empresas privadas. Nesses tempos, a líder do sector, privada, tinha uma estrutura central com cerca de 20 pessoas, directores, administrativos, secretárias e tudo o resto incluído. Na empresa pública só directores eram os mesmos 20.
O que mais me põe a pensar é que desde logo na juventude a situação começa. Vejamos a estrutura da candidatura para a associação de estudantes de uma escola secundária algures no país:
Lista C AE - ESRP - 2010/11
Ou ainda de uma associação de estudantes já composta:
Associação de Estudantes ESTavira
E agora a pergunta, não seria mais proveitoso haver... uma equipa mais pequena mas que trabalhasse e funcionasse melhor? E que este hábito se tornasse logo a palavra de ordem enquanto estudantes? Para que quando fosse tudo a sério haver discussão sobre o problema de excesso de cargos para empregos tão pequenos? Se estiver errado corrijam-me! Não quero estar aqui a tirar conclusões precipitadas, mas que é uma relação interessante não parecem haver dúvidas.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Hoje andei a correr à chuva. Tudo Normal.
Perfeitamente normal. Aulas de Educação Física às 2ªs feiras às 8h30, debaixo destas condições têm como vantagem refrescar corpo e alma. Como prémio ganhei (mais) uma constipação.
Agora estou aqui por casa a retemperar energias. Cá vai uma música que acabou de tocar.
sábado, 6 de novembro de 2010
Trava-Línguas II
Isto está aqui uma animação no Skype a contar trava-línguas!
- A comer no campo
está uma ovelha
gosta de ervinha
e coça a orelha
Anda devagar
também faz mé mé
quando está zangada
dá um pontapé.
O patinho tonto
nunca olha p’ro chão
e a toda a hora
dá um trambolhão
No degrau da escada
estava um patim
pôs-lhe a pata em cima
pim, catra pim, pim, pim.
Dedo mindinho
Seu vizinho
Pai de todos
Fura bolos
E mata piolhos!
Franganote
queria casar
Com a franga
Que viu passar.
O pai galo
Não deixou
Franganote
Não gostou.
Zangado, zangado
Passou o dia deitado
À noite para terminar,
Franganote
Fez uma birra
E começou a voar.
Ao sair da capoeira
Acordou a família inteira.
- Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam
plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando,
porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos
pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris!Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorridopelo pai. Pedindo perfeita permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém,praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder
provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences. Partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém,passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..." Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto, pararei.
Trava-Línguas I
Estou tão nostálgico hoje! Aprendi isto nos primórdios da primária.
- Disseram que na minha rua
tem paralelepípedo feito de paralelogramos.
Seis paralelogramos tem um paralelepípedo.
Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia.
Uma paralelepipedovia tem mil paralelogramos.
Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?
- Era uma vez um caçador,
furunfunfor, triunfunfor, misericuntor;
E foi à caça,
furunfunfaça, triunfunfaça, misericuntaça;
E caçou um coelho,
furunfunfelho, triunfunfelho, misericuntelho;
E levou-o a uma velha,
furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Como passar de besta a bestial ou de "velha" a heroína (Ferreira Leite inside)
Sócrates faz rasgados elogios a Ferreira Leite e diz que "finalmente" foi ouvido (Lusa)
Sócrates elogia Ferreira Leite e diz que PSD “mudou discurso" (Correio da Manhã)
Isto porque:
Manuela Ferreira Leite volta aos discursos políticos no debate orçamental (Renascença)
Cá para mim esta situação...:
Teixeira dos Santos dá explicação técnica para justificar errata de 831 milhões de euros
... contribuiu e de que maneira para a inspiração de Manuela Ferreira Leite.
Sócrates elogia Ferreira Leite e diz que PSD “mudou discurso" (Correio da Manhã)
Isto porque:
Manuela Ferreira Leite volta aos discursos políticos no debate orçamental (Renascença)
Cá para mim esta situação...:
Teixeira dos Santos dá explicação técnica para justificar errata de 831 milhões de euros
... contribuiu e de que maneira para a inspiração de Manuela Ferreira Leite.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
All is quiet on new year's day
Tenho de vos confessar que há um mês atrás, esta foi uma das canções que mais me motivou a ir vê-los ao vivo.Convém dizer que o álbum War de 1983 é todo ele um trabalho espectacular e com canções intemporais.
Hoje vou falar de torneiras
É caso para perguntar: Serei um gajo normal? Não. Falar de torneiras não é normal. Mas quando são estas:
Segundo este site, tem reconhecimento facial e o mais excêntrico de tudo: Regula a temperatura e a pressão da água de acordo com a nossa preferência. Realmente parece vindo de um filme futurista mas, quem sabe, não será o futuro (ou não).
Segundo este site, tem reconhecimento facial e o mais excêntrico de tudo: Regula a temperatura e a pressão da água de acordo com a nossa preferência. Realmente parece vindo de um filme futurista mas, quem sabe, não será o futuro (ou não).
Logo hoje que é feita uma referência...
... ao meu trabalho por parte do Nuno Markl, imediatamente o artigo deixa de ficar disponível devido ao elevado número de acessos! Definitivamente não sou um gajo normal já que nem um dia de jeito consigo ter. :O
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