domingo, 14 de novembro de 2010

Aqui há porno!

Esta é uma forma clássica de atrair a atenção das pessoas, já amplamente debatida pela Sarrafada. Na verdade, o conteúdo pode ser considerado pornográfico, mas não daquele género que estavam a pensar. Malandros.

Numa altura em que se fala de contenção de custos tanto na função pública, como nos privados, há casos que deixam qualquer um sem palavras, apesar de terem ocorrido há uns anos.Por exemplo:

No início da década, conheci uma empresa pública que competia no seu ramo de actividade com várias empresas privadas. Nesses tempos, a líder do sector, privada, tinha uma estrutura central com cerca de 20 pessoas, directores, administrativos, secretárias e tudo o resto incluído. Na empresa pública só directores eram os mesmos 20.

O que mais me põe a pensar é que desde logo na juventude a situação começa. Vejamos a estrutura da candidatura para a associação de estudantes de uma escola secundária algures no país:

Lista C AE - ESRP - 2010/11

Ou ainda de uma associação de estudantes já composta:

Associação de Estudantes ESTavira

E agora a pergunta, não seria mais proveitoso haver... uma equipa mais pequena mas que trabalhasse e funcionasse melhor? E que este hábito se tornasse logo a palavra de ordem enquanto estudantes? Para que quando fosse tudo a sério haver discussão sobre o problema de excesso de cargos para empregos tão pequenos? Se estiver errado corrijam-me! Não quero estar aqui a tirar conclusões precipitadas, mas que é uma relação interessante não parecem haver dúvidas.

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Prova que sou um gajo normal.