quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Uma forma diferente de desejar Feliz Natal...

Aqui vai uma introdução:

Queridas Crianças,

O Pai Natal é a mamã e o papá.

Com amor,

Wikileaks
 E depois desta mensagem que chegou há pouco à caixa de e-mails, gostava apenas de dizer que este ano, de uma maneira ou de outra, perdi a vontade de enviar as tradicionais SMS's de Feliz Natal, e Feliz Ano Novo, etc. e tal, bla bla bla whiskas saquetas. Não é através de um gesto como este que se prova que ainda não nos esquecemos de alguém que só nos lembramos nesta altura do ano. Cá dentro, para além desta forma superficial, está um desejo. Um desejo de umas festas santas, sem sobressaltos, ricas, bonitas, únicas. De um ano novo que se espera seja sempre mais positivo, mais feliz, mais afortunado, sem perdas, sem tristezas. Este desejo é feito para todos e mais alguns, mas especialmente para aqueles e aquelas que são próximos, que apesar de tudo, estão aqui. E são para a vida.  

Feliz Natal. =)

Postalcount

-1. =D

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Desespero

Hoje andei de volta da estação meteorológica. Um autêntico contra-relógio antes que anoitecesse. Estive a desmontar a velhinha (que está para as curvas e com sorte será vendida!) e logo a seguir aventurei-me a montar sozinho a coqueluche, como lhe gosto de chamar, o Rolls Royce das estações meteorológicas, como diz o meu pai, a Vantage Vue. Até dia 1 de Janeiro tem de estar a funcionar em pleno para termos um ano de registos meteorológicos sem interrupções em Almada, o que é positivo!

Infelizmente o tempo não tem ajudado, e a altura do ano é deprimente para fazer tudo. Chove a torto e a direito, às 17 já é noite e, como se não bastasse, não é a minha única preocupação neste momento. Estou à procura desesperadamente de postais para poder enviar e especificamente um vai com carta e tudo. Infelizmente o tempo não tem abundado, a disposição às vezes também fica em casa, está a chegar o Natal e não enviei nada. A sério que gostava que conseguisse fazer chegar antes do Natal tais escritos. Mas isso já não será possível. Enfim, tenho saudades de muita coisa, mas ao mesmo tempo não tenho nenhumas de coisa alguma. Deve ser esta época que está a dar comigo em maluquinho.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

É racismo!

Ainda sobre a aula fantabulástica de Educação Física na 2ª feira, onde se jogou xadrez, um dos momentos altos foi quando se questionou o porquê de serem as peças brancas a iniciarem sempre o jogo. Vou já contar ao SOS Racismo! Isto assim não pode ser.

Ah, espera... Reforçar o controlo da entrada no território nacional de produtos equivalentes aos produzidos internamente, mas cuja processo produtivo não tenha sido sujeito ao mesmo tipo de condições que os produtos portugueses.

Se o governo pode fazer isto, então um simples jogo de xadrez não faz mal nenhum. Siga a festa e desculpem o incómodo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sobre o (mau) jornalismo

"(...)Um bom jornalista tira primeiro o curso da área do seu interesse (Direito, Economia, Tecnologias) e só depois se preocupa em prosseguir para comunicação. O mercado tem quilos de gajos que fazem tudo mas que não percebem nada de nenhuma área e depois aparecem notícias com erros factuais monumentais."

Prof. de AC  (acerca da questão imposta na aula: Curso Profissional - Via directa para o trabalho ou acesso dificultado à faculdade?)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Está tudo louco!

No mínimo. Hoje tive um dia bastante estranho. Começou muito bem com o frio de rachar, aliado a um nevoeiro que mal deixava ver a rua. Mas isto ainda se suporta. O que não se suportou foi a aula de Educação Física, ou a falta dela na sua verdadeira essência. Isto porque em vez de um bom Basquetebol, um bom Andebol, um bom Futebol, um bom jogo desportivo colectivo, a aula hoje cingiu-se a um desporto... mental: o Xadrez. Ok agora sim posso dizer que já vi tudo. Xadrez em Educação Física. O pior de tudo é que, não sei se já vos aconteceu o mesmo, mas sempre que termino esta aula não deixo de ir ao banho, ainda por cima à pala. Fui para a escola sem o banho tomado, o resultado final foi muito mau. Uma aula que não necessitou dos balneários para nada. Ficou o banho por ser tomado. -.- Ainda para mais com a humidade que estava o cabelo ficou horrível.

Se o dia tivesse acabado logo ali no fim de Educação Física teria sido uma maravilha. Infelizmente tive uma aula de Automação para esquecer. Num dos seus muitos sermões, o prof. exaltou-se com o estado do país. Chamou cobras e lagartos ao rumo que isto está a levar, que se não formos bons no que fazemos não chegamos a lado nenhum, em suma, aquilo que quase todos os professores dizem. Mas houve algo que me exaltou: Quando se vira para a aula e diz que a função pública do país também não ajuda e que é uma das grandes responsáveis pela degradação do país, para não falar das bocas comuns de que não se faz nada e que só se recebe o salário ao fim do mês, etc. e tal. Exaltei-me e, por ter na minha família mais próxima quem trabalhe dentro da "máquina estatal", disse que estava a exagerar e que aqueles argumentos não eram verdade. Não podia ter sido pior. Eu é que não estava a ver bem as coisas, enquanto que o tom de voz aumenta sem precedentes. Volto a dizer que sei do que falo e não estava ali apenas a contra argumentar. Quando dei por mim, tinha o prof. a dois palmos de mim, a gritar-me alto e bom som como nunca tinha visto. As veias a sobressaírem-lhe por todos o lados. Os perdigotos disparados em todas as direcções. A falar com o coração. A falar do seu pai. A falar do muito que sofreu enquanto eng. agrónomo do Instituto da Conservação da Natureza. Foi uma discussão que nem sequer quis prolongar, embora estivesse a crescer dentro de mim, ao mesmo tempo que via aquele "espectáculo", uma ânsia de poder ripostar aquele disparate todo, que o foi, receei. E não prolonguei a discussão, sob pena da situação azedar ainda mais. Isto tudo sobre uma coisa que nem sequer tinha a ver com a aula. Fiquei atordoado. Nunca tinha tido um professor a gritar-me em plenos pulmões, com uma cara que tão cedo não esqueço. A barafustar que a função pública como é em Portugal é um antro de parasitas. Por muito que tenha razão, a forma como se exaltou, deixou-me perplexo e ao mesmo tempo irritado, desapontado. Receio não ver aquele homem da mesma forma daqui para a frente. Pode ser que mude de opinião.

O regresso a casa também foi um bocadinho diferente do normal. Resta-me dizer que hoje não apanhei um único motorista que tivesse consideração pelos passageiros que transporte associando-os, decerto, a sacas de batatas que deambulam pelo autocarro não tendo outra forma de se agarrarem que não aos varões e aos suportes. Eu próprio ao me dirigir para a porta de saída do veículo levei com uma travagem brusca que quase ficava esborrachado contra a porta. Por fim e já a caminho de casa, passo num café de esquina como todos os outros dias, olho lá para dentro, vejo um homem empurrar outro contra uma mesa, embatendo com alguma violência e caindo estatelado no chão. Fiquei sem qualquer reacção. O dia já tinha sido estranho o suficiente, apenas não consegui parar as pernas que prosseguiam o caminho habitual. É caso para dizer: fiquei tipo WTF perante aquela situação.

Será por estarmos tão perto do Natal? Anda tudo doido?! Será por ter sido 2ª feira? Nunca tive razão de queixa deste dia, mas hoje realmente a reputação ficou manchada. Cheguei a casa são e salvo. Isso é que importa.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Várias formas de interpretar uma mesma notícia

Hoje em dia com a massificação dos media há de tudo um pouco e, ao que parece, para todos os gostos:

Teixeira dos Santos desce no "ranking" dos melhores ministros das Finanças

Teixeira dos Santos é 16.º melhor ministro das Finanças

Teixeira dos Santos relegado quase para o final do "ranking" do "Financial Times"

Nunca a expressão "o que pensa começa no que lê" fez tanto sentido. Se há coisa que tenho vindo a aprender é que não basta ler uma só fonte. E se houver apenas uma, ler as várias adaptações feitas por terceiros.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Estou chateado. Muito chateado.

Acabei de investir cerca de 530€ em equipamento meteorológico... que ficará no mesmo sítio que o actual  Pese embora o facto de não ser o pior sítio possível, acaba por não ficar muito longe disso. Isto quase que parece a votação do Orçamento de Estado: Tenho apenas o apoio de um "partido" para instalar no condomínio. Toda a oposição circulando um pouco por todas as alas está contra esta decisão e exige que seja colocada em terreno próprio. Começo a pensar (!) que foi um erro esta contenção toda e este amealhar todo e esta vontade toda de ter algo melhor.


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Coisas do Catano



Não, não estou a falar da nossa Coisas do Catano. (=P) São mesmo coisas do catano! Quando já tinha chegado à conclusão desde o primeiro minuto que foi um péssimo dia para desviar o meu passeio em busca de propostas para este Natal, eis que encontro alguém que não esperava encontrar, no sítio menos provável para o fazer. Foi uma surpresa mais do que agradável! Faz anos que não a via. Uns dois. Não via faz muito tempo e isso acabou por tornar a situação mais bonita.Até pensava que eu era de CC, e prontificou-se logo a comentar "Tem mesmo a tua cara!". Ao que respondi logo "Nãaaaa, isto não é vida para mim. Não é vida e não tenho notas para isto".

Falámos durante uns bom minutos. Pareceram horas. Ao ponto de esquecer por completo os verdadeiros motivos que me levaram lá. Há dias assim. Mas só por este pequeno momento, confesso que foi muito gratificante ter lá ido. Houvessem mais momentos assim. Pode ser que para a próxima não me esqueça do que realmente vou lá fazer. Se tudo se conjugar.